Numa sombria madrugada, enquanto eu meditava, fraco e cansado, sobre um estranho e curioso volume de folclore esquecido; enquanto cochilava, já quase dormindo, de repente ouvi um ruído. O som de alguém levemente batendo, batendo na porta do meu quarto. "Uma visita," disse a mim mesmo, "está batendo na porta do meu quarto - É só isto e nada mais."
Ah, que eu bem disso me lembro, foi no triste mês de dezembro, e que cada distinta brasa ao morrer, lançava sua alma sobre o chão. Eu ansiava pela manhã. Buscava encontrar nos livros, em vão, o fim da minha dor - dor pela ausente Leonor - pela donzela radiante e rara que chamam os anjos de Leonor - cujo nome aqui não se ouvirá nunca mais.
E o sedoso, triste e incerto sussurro de cada cortina púrpura me emocionava - me enchia de um terror fantástico que eu nunca havia antes sentido. E buscando atenuar as batidas do meu coração, eu só repetia: "É apenas uma visita que pede entrada na porta do meu quarto - Uma visita tardia pede entrada na porta do meu quarto; - É só isto, só isto, e nada mais."
Mas depois minha alma ficou mais forte, e não mais hesitando falei: "Senhor", disse, "ou Senhora, vos imploro sincero vosso perdão. Mas o fato é que eu dormia, quando tão gentilmente chegastes batendo; e tão suavemente chegastes batendo, batendo na porta do meu quarto, que eu não estava certo de vos ter ouvido". Depois, abri a porta do quarto. Nada. Só havia noite e nada mais.
Encarei as profundezas daquelas trevas, e permaneci pensando, temendo, duvidando, sonhando sonhos mortal algum ousara antes sonhar. Mas o silêncio era inquebrável, e a paz era imóvel e profunda; e a única palavra dita foi a palavra sussurrada, "Leonor!". Fui eu quem a disse, e um eco murmurou de volta a palavra "Leonor!". Somente isto e nada mais.
De volta, ao quarto me volvendo, toda minh'alma dentro de mim ardendo, outra vez ouvi uma batida um pouco mais forte que a anterior. "Certamente," disse eu, "certamente tem alguma coisa na minha janela! Vamos ver o que está nela, para resolver este mistério. Possa meu coração parar por um instante, para que este mistério eu possa explorar. Deve ser o vento e nada mais!"
Abri toda a janela. E então, com uma piscadela, lá entrou esvoaçante um nobre Corvo dos santos dias de tempos ancestrais. Não pediu nenhuma licença; por nenhum minuto parou ou ficou; mas com jeito de lorde ou dama, pousou sobre a porta do meu quarto. Sobre um busto de Palas empoleirou-se sobre a porta do meu quarto. Pousou, sentou, e nada mais.
Depois essa ave negra, seduzindo meu triste semblante, acabou por me fazer sorrir, pelo sério e severo decoro da expressão por ela mostrada. "Embora seja raspada e aparada a tua crista," disse eu, "tu, covarde não és nada. Ó velho e macabro Corvo vagando pela orla das trevas! Dize-me qual é teu nobre nome na orla das trevas infernais!".
E o Corvo disse: "Nunca mais."
Muito eu admirei esta ave infausta por ouvir um discurso tão atenta, apesar de sua resposta de pouco sentido, que pouca relevância sustenta. Pois não podemos deixar de concordar, que ser humano algum vivente, fora alguma vez abençoado com a vista de uma ave sobre a porta do seu quarto; ave ou besta sobre um busto esculpido, sobre a porta do seu quarto, tendo um nome como "Nunca mais."
Mas o corvo, sentado sozinho no busto plácido, disse apenas aquela única palavra, como se naquela única palavra sua alma se derramasse. Depois, ele nada mais falou, nem uma pena ele moveu, até que eu pouco mais que murmurei: "Outros amigos têm me deixado. Amanhã ele irá me deixar, como minhas esperanças têm me deixado."
Então a ave disse "Nunca mais."
Impressionado pelo silêncio quebrado por resposta tão precisa, "Sem dúvida," disse eu, "o que ele diz são só palavras que guardou; que aprendeu de algum dono infeliz perseguido pela Desgraça sem perdão. Ela o seguiu com pressa e com tanta pressa até que sua canção ganhou um refrão; até ecoar os lamentos da sua Esperança que tinha como refrão a frase melancólica 'Nunca - nunca mais.' "
Mas o Corvo ainda seduzia minha alma triste e me fazia sorrir. Logo uma cadeira acolchoada empurrei diante de ave, busto e porta. Depois, deitado sobre o veludo que afundava, eu me entreguei a interligar fantasia a fantasia, pensando no que esta agourenta ave de outrora, no que esta hostil, infausta, horrenda, sinistra e agourenta ave de outrora quis dizer, ao gritar, "Nunca mais."
Concentrado me sentei para isto adivinhar, mas sem uma sílaba expressar à ave cujos olhos ígneos no centro do meu peito estavam a queimar. Isto e mais eu sentei a especular, com minha cabeça descansada a reclinar, no roxo forro de veludo da cadeira que a luz da lâmpada contemplava, mas cujo roxo forro de veludo que a lâmpada estava a contemplar ela não iria mais apertar, ah, nunca mais!
Então, me pareceu o ar ficar mais denso, perfumado por invisível incensário, agitado por Serafim cujas pegadas ressoavam no chão macio. "Maldito," eu gritei, "teu Deus te guiou e por estes anjos te enviou. Descansa! Descansa e apaga o pesar de tuas memórias de Leonor. Bebe, oh bebe este bom nepenthes e esquece a minha perdida Leonor!"
E o Corvo disse: "Nunca mais."
"Profeta!" disse eu, "coisa do mal! - profeta ainda, se ave ou diabo! - Tenhas sido enviado pelo Tentador, tenhas vindo com a tempestade; desolado porém indomável, nesta terra deserta encantado, neste lar pelo Horror assombrado, dize-me sincero, eu imploro. Há ou não - há ou não bálsamo em Gileade? - dize-me - dize-me, eu imploro!"
E o Corvo disse: "Nunca mais."
"Profeta!" disse eu, "coisa do mal! - profeta ainda, se ave ou diabo! Pelo Céu que sobre nós se inclina, pelo Deus que ambos adoramos, dize a esta alma de mágoa carregada que, antes do distante Éden, ela abraçará aquela santa donzela que os anjos chamam de Leonor; que abraçará aquela rara e radiante donzela que os anjos chamam Leonor."
E o Corvo disse: "Nunca mais."
"Que essa palavra nos aparte, ave ou inimiga!" eu gritei, levantando - "Volta para a tua tempestade e para a orla das trevas infernais! Não deixa pena alguma como lembrança dessa mentira que tua alma aqui falou! Deixa minha solidão inteira! - sai já desse busto sobre minha porta! Tira teu bico do meu coração, e tira tua sombra da minha porta!"
E o Corvo disse: "Nunca mais."
E o Corvo, sem sequer se bulir, se senta imóvel, se senta ainda, sobre o pálido busto de Palas que há sobre a porta do meu quarto. E seus olhos têm toda a dor dos olhos de um demônio que sonha; e a luz da lâmpada que o ilumina, projeta a sua sombra sobre o chão. E minh'alma, daquela sombra que jaz a flutuar no chão, levantar-se-á - nunca mais!
sábado, 7 de abril de 2012
sábado, 31 de março de 2012
A Moça Tecelã
Acordava ainda no escuro, como se ouvisse o sol chegando atrás das beiradas da noite. E logo sentava-se ao tear.
Linha clara, para começar o dia. Delicado traço cor de luz, que ela ia passando entre os fios estendidos, enquanto lá fora a claridade da manhã desenhava o horizonte.
Depois lãs mais vivas, quentes lãs iam tecendo hora a hora, em longo tapete que nunca acabava.
Se era forte demais o sol, e no jardim pendiam as pétalas, a moça colocava na lançadeira grossos fios cinzentos de algodão mais felpudo. Em breve, na penumbra trazida pelas nuvens, escolhia um fio de prata, que em pontos longos rebordava sobre o tecido. Leve, a chuva vinha cumprimentá-la à janela.
Mas se durante muitos dias o vento e o frio brigavam com as folhas e espantavam os pássaros, bastava a moça tecer com seus belos fios dourados, para que o sol voltasse a acalmar a natureza.
Assim, jogando a lançadeira de um lado para o outro e batendo os grandes pentes do tear para frente e para trás, a moça passava os seus dias.
Nada lhe faltava. Na hora da fome tecia um lindo peixe, com cuidado de escamas. E eis que o peixe estava na mesa, pronto para ser comido. Se sede vinha, suave era a lã cor de leite que entremeava o tapete. E à noite, depois de lançar seu fio de escuridão, dormia tranqüila.
Tecer era tudo o que fazia. Tecer era tudo o que queria fazer.
Mas tecendo e tecendo, ela própria trouxe o tempo em que se sentiu sozinha, e pela primeira vez pensou como seria bom ter um marido ao seu lado.
Não esperou o dia seguinte. Com capricho de quem tenta uma coisa nunca conhecida, começou a entremear no tapete as lãs e as cores que lhe dariam companhia. E aos poucos seu desejo foi aparecendo, chapéu emplumado, rosto barbado, corpo aprumado, sapato engraxado. Estava justamente acabando de entremear o último fio da ponta dos sapatos, quando bateram à porta.
Nem precisou abrir. O moço meteu a mão na maçaneta, tirou o chapéu de pluma, e foi entrando na sua vida.
Aquela noite, deitada contra o ombro dele, a moça pensou nos lindos filhos que teceria para aumentar ainda mais a sua felicidade.
E feliz foi, durante algum tempo. Mas se o homem tinha pensado em filhos, logo os esqueceu. Porque, descoberto o poder do tear, em nada mais pensou a não ser nas coisas todas que ele poderia lhe dar.
- Uma casa melhor é necessária, -- disse para a mulher. E parecia justo, agora que eram dois. Exigiu que escolhesse as mais belas lãs cor de tijolo, fios verdes para os batentes, e pressa para a casa acontecer.
Mas pronta a casa, já não lhe pareceu suficiente. – Para que ter casa, se podemos ter palácio? – perguntou. Sem querer resposta, imediatamente ordenou que fosse de pedra com arremates em prata.
Dias e dias, semanas e meses trabalhou a moça tecendo tetos e portas, e pátios e escadas, e salas e poços. A neve caía lá fora, e ela não tinha tempo para chamar o sol. A noite chegava, e ela não tinha tempo para arrematar o dia. Tecia e entristecia, enquanto sem parar batiam os pentes acompanhando o ritmo da lançadeira.
Afinal o palácio ficou pronto. E entre tantos cômodos, o marido escolheu para ela e seu tear o mais alto quarto da mais alta torre.
- É para que ninguém saiba do tapete, -- disse. E antes de trancar a porta à chave, advertiu: -- Faltam as estrebarias. E não se esqueça dos cavalos!
Sem descanso tecia a mulher os caprichos do marido, enchendo o palácio de luxos, os cofres de moedas, as salas de criados. Tecer era tudo o que fazia. Tecer era tudo o que queria fazer.
E tecendo, ela própria trouxe o tempo em que sua tristeza lhe pareceu maior que o palácio com todos os seus tesouros. E pela primeira vez pensou como seria bom estar sozinha de novo.
Só esperou anoitecer. Levantou-se enquanto o marido dormia sonhando com novas exigências. E descalça, para não fazer barulho, subiu a longa escada da torre, sentou-se ao tear.
Desta vez não precisou escolher linha nenhuma. Segurou a lançadeira ao contrário, e, jogando-a veloz de um lado para o outro, começou a desfazer o seu tecido. Desteceu os cavalos, as carruagens, as estrebarias, os jardins. Depois desteceu os criados e o palácio e todas as maravilhas que continha. E novamente se viu na sua casa pequena e sorriu para o jardim além da janela.
A noite acabava quando o marido, estranhando a cama dura, acordou e, espantado, olhou em volta. Não teve tempo de se levantar. Ela já desfazia o desenho escuro dos sapatos, e ele viu seus pés desaparecendo, sumindo as pernas. Rápido, o nada subiu-lhe pelo corpo, tomou o peito aprumado, o emplumado chapéu.
Então, como se ouvisse a chegada do sol, a moça escolheu uma linha clara. E foi passando-a devagar entre os fios, delicado traço de luz, que a manhã repetiu na linha do horizonte.
[de Marina Colassanti.
Ilustração: bordado das irmãs Dumont]
Linha clara, para começar o dia. Delicado traço cor de luz, que ela ia passando entre os fios estendidos, enquanto lá fora a claridade da manhã desenhava o horizonte.
Depois lãs mais vivas, quentes lãs iam tecendo hora a hora, em longo tapete que nunca acabava.
Se era forte demais o sol, e no jardim pendiam as pétalas, a moça colocava na lançadeira grossos fios cinzentos de algodão mais felpudo. Em breve, na penumbra trazida pelas nuvens, escolhia um fio de prata, que em pontos longos rebordava sobre o tecido. Leve, a chuva vinha cumprimentá-la à janela.
Mas se durante muitos dias o vento e o frio brigavam com as folhas e espantavam os pássaros, bastava a moça tecer com seus belos fios dourados, para que o sol voltasse a acalmar a natureza.
Assim, jogando a lançadeira de um lado para o outro e batendo os grandes pentes do tear para frente e para trás, a moça passava os seus dias.
Nada lhe faltava. Na hora da fome tecia um lindo peixe, com cuidado de escamas. E eis que o peixe estava na mesa, pronto para ser comido. Se sede vinha, suave era a lã cor de leite que entremeava o tapete. E à noite, depois de lançar seu fio de escuridão, dormia tranqüila.
Tecer era tudo o que fazia. Tecer era tudo o que queria fazer.
Mas tecendo e tecendo, ela própria trouxe o tempo em que se sentiu sozinha, e pela primeira vez pensou como seria bom ter um marido ao seu lado.
Não esperou o dia seguinte. Com capricho de quem tenta uma coisa nunca conhecida, começou a entremear no tapete as lãs e as cores que lhe dariam companhia. E aos poucos seu desejo foi aparecendo, chapéu emplumado, rosto barbado, corpo aprumado, sapato engraxado. Estava justamente acabando de entremear o último fio da ponta dos sapatos, quando bateram à porta.
Nem precisou abrir. O moço meteu a mão na maçaneta, tirou o chapéu de pluma, e foi entrando na sua vida.
Aquela noite, deitada contra o ombro dele, a moça pensou nos lindos filhos que teceria para aumentar ainda mais a sua felicidade.
E feliz foi, durante algum tempo. Mas se o homem tinha pensado em filhos, logo os esqueceu. Porque, descoberto o poder do tear, em nada mais pensou a não ser nas coisas todas que ele poderia lhe dar.
- Uma casa melhor é necessária, -- disse para a mulher. E parecia justo, agora que eram dois. Exigiu que escolhesse as mais belas lãs cor de tijolo, fios verdes para os batentes, e pressa para a casa acontecer.
Mas pronta a casa, já não lhe pareceu suficiente. – Para que ter casa, se podemos ter palácio? – perguntou. Sem querer resposta, imediatamente ordenou que fosse de pedra com arremates em prata.
Dias e dias, semanas e meses trabalhou a moça tecendo tetos e portas, e pátios e escadas, e salas e poços. A neve caía lá fora, e ela não tinha tempo para chamar o sol. A noite chegava, e ela não tinha tempo para arrematar o dia. Tecia e entristecia, enquanto sem parar batiam os pentes acompanhando o ritmo da lançadeira.
Afinal o palácio ficou pronto. E entre tantos cômodos, o marido escolheu para ela e seu tear o mais alto quarto da mais alta torre.
- É para que ninguém saiba do tapete, -- disse. E antes de trancar a porta à chave, advertiu: -- Faltam as estrebarias. E não se esqueça dos cavalos!
Sem descanso tecia a mulher os caprichos do marido, enchendo o palácio de luxos, os cofres de moedas, as salas de criados. Tecer era tudo o que fazia. Tecer era tudo o que queria fazer.
E tecendo, ela própria trouxe o tempo em que sua tristeza lhe pareceu maior que o palácio com todos os seus tesouros. E pela primeira vez pensou como seria bom estar sozinha de novo.
Só esperou anoitecer. Levantou-se enquanto o marido dormia sonhando com novas exigências. E descalça, para não fazer barulho, subiu a longa escada da torre, sentou-se ao tear.
Desta vez não precisou escolher linha nenhuma. Segurou a lançadeira ao contrário, e, jogando-a veloz de um lado para o outro, começou a desfazer o seu tecido. Desteceu os cavalos, as carruagens, as estrebarias, os jardins. Depois desteceu os criados e o palácio e todas as maravilhas que continha. E novamente se viu na sua casa pequena e sorriu para o jardim além da janela.
A noite acabava quando o marido, estranhando a cama dura, acordou e, espantado, olhou em volta. Não teve tempo de se levantar. Ela já desfazia o desenho escuro dos sapatos, e ele viu seus pés desaparecendo, sumindo as pernas. Rápido, o nada subiu-lhe pelo corpo, tomou o peito aprumado, o emplumado chapéu.
Então, como se ouvisse a chegada do sol, a moça escolheu uma linha clara. E foi passando-a devagar entre os fios, delicado traço de luz, que a manhã repetiu na linha do horizonte.
[de Marina Colassanti.
Ilustração: bordado das irmãs Dumont]
sexta-feira, 30 de março de 2012
One Direction, liiindos!!
Formada na cidade de Londres, Reino Unido, em 2010. É composta pelos britânicos Harry Styles, Liam Payne, Louis Tomlinson e Zayn Malik, e pelo irlandês Niall Horan. O quinteto foi formado após seus membros participarem do programa de televisão X-Factor, um reality show musical, como competidores solo e depois se unirem para concorrer como grupo; eles acabaram na terceira colocação entre os finalistas.
Melissa, cheirinho de chiclete...
Algumas Melissas são antigas e vêm com tudo como a: Melissa Aranha e a Melissa Furadinha.
Outras são para quem ama salto:Melissa Eagle 2, Melissa Electric 2, Melissa Incense e a Melissa Rock Princess + O Pequeno Prícipe.
Também temos as fechadas, para quem gosta de manter seus pés em segredo: Melissa Polibolha, Melissa Confessions e a Melissa Campana.
OBS: Meu computador não está carregando fatos, em nesta e nas outras postagens recentes não haverá fotos.
Outras são para quem ama salto:Melissa Eagle 2, Melissa Electric 2, Melissa Incense e a Melissa Rock Princess + O Pequeno Prícipe.
Também temos as fechadas, para quem gosta de manter seus pés em segredo: Melissa Polibolha, Melissa Confessions e a Melissa Campana.
OBS: Meu computador não está carregando fatos, em nesta e nas outras postagens recentes não haverá fotos.
Meninas já vou logo avisando desse jeito não é vulgar!! TRANSPARÊNCIA!!!
O inverno 2012 promete, primeiro os esmaltes metalizados e sombrios, depois os tecidos metalizados e agora onde temos que maneirar, a famosa tranparência.
Mas agora a transparência aparece em lugares estratégicos, como mangas e ombros.
Mas agora a transparência aparece em lugares estratégicos, como mangas e ombros.
Tecidos metalizados são nova tendência para esse inverno, garotas se preparem e não exagerem!!
Os tecidos metalizados já tinham surgido com força total na temporada de verão 2012 das semanas de moda internacionais e acabaram aterrissando também nas passarelas brasileiras. Tons como bronze, prata e dourado deram vida a vestidos, calças, saias, macacões e até shorts. Antes associados apenas às festas, esses materiais perderam a aura noturna em produções perfeitas para o dia a dia.
Tendência de esmaltes para o inverno de 2012
As apostas dos estilistas para as unhas da próxima estação foram os Nude, Marrom, Café e dourados cintilantes, verdes cinzas e cereja no lugar do vermelho. Vêm em tons mais escuros, combinando perfeitamente com a estação, porém com um toque de brilho metalizado.
Grafite:O esmalte grafite se destaca entre os outros, seguindo um estilo mais sóbrio para combinar com a estação.
Roxo:O esmalte roxo também está presente no inverno 2012. Apesar de ser uma cor forte e escura, o roxo estará entre os poucos esmaltes coloridos para a estação, e terá mais brilho.
Café e Lilás:A cor café vem adaptada, trazendo um tom de café com leite que promete fazer sucesso no inverno 2012. Já o lilás acinzentado traz um toque sóbrio e romântico para combinar com a temporada.
Dourado:O dourado será um dos favoritos esmaltes do inverno 2012, pois além de possuir brilho metalizado, ele vem em tons e efeitos diferentes.
Preto:A cor tradicional do inverno é um dos destaques de esmaltes para o inverno 2012, que foram vistos nos principais desfiles de moda. Independente do tamanho das unhas, a tendência é usar a cor escura para seguir os dias frios da estação.
OBS:O diferencial dos esmaltes para a temporada de inverno 2012 está nas texturas metalizadas, deixando para trás os coloridos da temporada de verão.
Grafite:O esmalte grafite se destaca entre os outros, seguindo um estilo mais sóbrio para combinar com a estação.
Roxo:O esmalte roxo também está presente no inverno 2012. Apesar de ser uma cor forte e escura, o roxo estará entre os poucos esmaltes coloridos para a estação, e terá mais brilho.
Café e Lilás:A cor café vem adaptada, trazendo um tom de café com leite que promete fazer sucesso no inverno 2012. Já o lilás acinzentado traz um toque sóbrio e romântico para combinar com a temporada.
Dourado:O dourado será um dos favoritos esmaltes do inverno 2012, pois além de possuir brilho metalizado, ele vem em tons e efeitos diferentes.
Preto:A cor tradicional do inverno é um dos destaques de esmaltes para o inverno 2012, que foram vistos nos principais desfiles de moda. Independente do tamanho das unhas, a tendência é usar a cor escura para seguir os dias frios da estação.
OBS:O diferencial dos esmaltes para a temporada de inverno 2012 está nas texturas metalizadas, deixando para trás os coloridos da temporada de verão.
sábado, 24 de março de 2012
DIARIOS DE UM VAMPIRO
RESUMO:
Passados 4 meses do trágico acidente de carro que matou seus pais, Elena Gilbert, de 17 anos, e seu irmão caçula, Jeremy, tentam levar a vida adiante. Era o início de um novo ano escolar e, quando o recomeço parecia cada vez mais incerto, chega à cidade o misterioso jovem Stefan Salvatore. Nasce então uma nova paixão, que de cara é ameaçada pelo retorno de Damon, irmão mais velho de Stefan.
O que nem mesmo Elena poderia prever era que a história entre os Salvatore e Mystic Falls vinha de longa data. Stefan e Damon eram vampiros e estariam condenados a viver a eternidade lutando pelo amor da mesma mulher. Enquanto isso, Mystic Falls não estaria imune a um segredo escondido há pelo menos 145 anos... Aqui, vampiros e humanos conviverão e, secretamente, uma raça tentará acabar com a outra.
Passados 4 meses do trágico acidente de carro que matou seus pais, Elena Gilbert, de 17 anos, e seu irmão caçula, Jeremy, tentam levar a vida adiante. Era o início de um novo ano escolar e, quando o recomeço parecia cada vez mais incerto, chega à cidade o misterioso jovem Stefan Salvatore. Nasce então uma nova paixão, que de cara é ameaçada pelo retorno de Damon, irmão mais velho de Stefan.
O que nem mesmo Elena poderia prever era que a história entre os Salvatore e Mystic Falls vinha de longa data. Stefan e Damon eram vampiros e estariam condenados a viver a eternidade lutando pelo amor da mesma mulher. Enquanto isso, Mystic Falls não estaria imune a um segredo escondido há pelo menos 145 anos... Aqui, vampiros e humanos conviverão e, secretamente, uma raça tentará acabar com a outra.
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| Elena vs Katherine |
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| Stefan Salvatore |
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| Damon Salvatore |
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| Jeremy Gilbert |
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| Bonnie Bennet |
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| Jenna Sommers |
DIARIOS DE UM VAMPIRO
ELENCO: SÉRIE DE TV
Elena Gilbert: Ela é apaixonante, bela e gentil. Uma menina de 17 anos que já foi popular na escola, mas após uma tragédia ela mudou: seus pais foram mortos em um acidente de carro quatro meses antes. Ela agora vive com seu irmão mais novo Jeremy e sua Tia Jenna. A maior parte do tempo, Elena tenta apenas curtir o dia com a ajuda de suas amigas Bonnie e Caroline e com seu ex-namorado Matt, que ela conhece desde criança. A vida de Elena muda com a chegada de Stefan, um misterioso e educado aluno novo cujo passado e identidade estão envoltos em um mistério.
Katherine Pierce: A vampira que transformou Damon e Stefan Salvatore, fingiu que morrerá num incêndio de uma igreja, em Mystic Falls de 1864, pois esta fugia(e ainda foge) dos Originais. Conseguiu escapar de Mystic Falls, conseguindo enganar os Originais durante séculos porém quando Damon e Elena abrem a tumba, onde supostamente Katherine deveria estar, descobre-se que nunca lá esteve e está viva. Os Originais acaba por descobrir isso a a caçada a Katerina Petrova retorna, apareceu novamente no último episódio da temporada de Vampire Diaries. Elena é idêntica a Katherine, esta resolveu aproveitar a semelhança se passando por ela, e atacando John Gilbert. Retornou agora na segunda temporada onde começa a criar muitos problemas aos irmãos Salvatore e a Elena, pois faz-se passar por ela enumeradas vezes, quer uma pedra a “Selenita” pois com a pedra e o sangue de Elena pode quebrar uma maldição.
Stefan Salvatore: O “gloriosamente, espantosamente, épico, belo jovem, elegante”, ele parece ter 17 ou 18, mas ele é realmente um vampiro de 150 anos que tem vindo a Mystic Falls em busca de Elena. Stefan é educado e reservado, mas fácil de conversar, e intensamente voam faíscas entre ele e Elena, que compartilham a experiência de ter perdido os seus pais.
Damon Salvatore: É o irmão de Stefan. Um homem misteriosamente bonito, forte e encantador, além de ser um vampiro que passa do casual para a brutalidade em apenas alguns segundos. O interesse de Damon em Elena irrita Stefan. Apesar dele odiar cidadelas e as considerar inúteis, é claro que ele chegou a cidade para causar o mal. Diferente de seu irmão, Damon não tem problemas em matar humanos.
Jeremy Gilbert: Tem 15 anos e é o irmão problemático de Elena. No verão, começou a transar com uma garota mais velha, Vicki, e gostaria de continuar com sua relação agora que retornaram as aulas, mas ela o ignora na frente de seu namorado, Tyler. No entanto, ela continua comprando drogas para ele. Jeremy fuma muita maconha, além de beber muito afim de superar a morte de seus pais quatro meses atrás.
Bonnie Bennett: Tem 17 anos, é adorável, leal e melhor amiga de Elena. Bonnie possui algumas habilidades psiquícas e sente que Stefan é perigoso. Ela também tem uma visão que a morte está seguindo Elena. Descobre posteriormente que é uma bruxa.
Caroline Forbes: Tem 17 anos e é a típica rainha da popularidade, além de ser amiga/rival de Elena. Apesar de gostar muito de Elena, Caroline sente ciúmes de sua relação com Stefan. Quando Caroline dá em cima do vampiro em uma festa, ele a humilha e a rejeita.
Matt Donovan: Tem 17 anos, é muito bonito e é irmão de Vicki. Ele conhece Elena desde pequeno e era seu namorado. Entretanto, ele fica preocupado quando o garoto novo, Stefan, começa a dar em cima de sua garota.Ele queria que eles voltassem, mas sabe que ela precisa de um tempo após a morte de seus pais e ele está dando um espaço e tempo.
Jenna Sommers: Tem 29 anos, é a tia de Elena e Jeremy que toma conta dos dois após a morte de seus pais, ela é uma sexy e inteligente universitária que se esforça muito. Ela costuma ser engraçada e fazer o tipo de “boa praça”.
Tyler Lockwood: Tem 18 anos, é atlético e atraente, além de ser um idiota. Um típico macho alfa que gosta de marcar seu território, com Vicki, por exemplo. Tyler não deixar de pertubar seu amigo Matt devido a sua garota estar dando em cima do novo garoto na cidade.
Elena Gilbert: Ela é apaixonante, bela e gentil. Uma menina de 17 anos que já foi popular na escola, mas após uma tragédia ela mudou: seus pais foram mortos em um acidente de carro quatro meses antes. Ela agora vive com seu irmão mais novo Jeremy e sua Tia Jenna. A maior parte do tempo, Elena tenta apenas curtir o dia com a ajuda de suas amigas Bonnie e Caroline e com seu ex-namorado Matt, que ela conhece desde criança. A vida de Elena muda com a chegada de Stefan, um misterioso e educado aluno novo cujo passado e identidade estão envoltos em um mistério.
Katherine Pierce: A vampira que transformou Damon e Stefan Salvatore, fingiu que morrerá num incêndio de uma igreja, em Mystic Falls de 1864, pois esta fugia(e ainda foge) dos Originais. Conseguiu escapar de Mystic Falls, conseguindo enganar os Originais durante séculos porém quando Damon e Elena abrem a tumba, onde supostamente Katherine deveria estar, descobre-se que nunca lá esteve e está viva. Os Originais acaba por descobrir isso a a caçada a Katerina Petrova retorna, apareceu novamente no último episódio da temporada de Vampire Diaries. Elena é idêntica a Katherine, esta resolveu aproveitar a semelhança se passando por ela, e atacando John Gilbert. Retornou agora na segunda temporada onde começa a criar muitos problemas aos irmãos Salvatore e a Elena, pois faz-se passar por ela enumeradas vezes, quer uma pedra a “Selenita” pois com a pedra e o sangue de Elena pode quebrar uma maldição.
Stefan Salvatore: O “gloriosamente, espantosamente, épico, belo jovem, elegante”, ele parece ter 17 ou 18, mas ele é realmente um vampiro de 150 anos que tem vindo a Mystic Falls em busca de Elena. Stefan é educado e reservado, mas fácil de conversar, e intensamente voam faíscas entre ele e Elena, que compartilham a experiência de ter perdido os seus pais.
Damon Salvatore: É o irmão de Stefan. Um homem misteriosamente bonito, forte e encantador, além de ser um vampiro que passa do casual para a brutalidade em apenas alguns segundos. O interesse de Damon em Elena irrita Stefan. Apesar dele odiar cidadelas e as considerar inúteis, é claro que ele chegou a cidade para causar o mal. Diferente de seu irmão, Damon não tem problemas em matar humanos.
Jeremy Gilbert: Tem 15 anos e é o irmão problemático de Elena. No verão, começou a transar com uma garota mais velha, Vicki, e gostaria de continuar com sua relação agora que retornaram as aulas, mas ela o ignora na frente de seu namorado, Tyler. No entanto, ela continua comprando drogas para ele. Jeremy fuma muita maconha, além de beber muito afim de superar a morte de seus pais quatro meses atrás.
Bonnie Bennett: Tem 17 anos, é adorável, leal e melhor amiga de Elena. Bonnie possui algumas habilidades psiquícas e sente que Stefan é perigoso. Ela também tem uma visão que a morte está seguindo Elena. Descobre posteriormente que é uma bruxa.
Caroline Forbes: Tem 17 anos e é a típica rainha da popularidade, além de ser amiga/rival de Elena. Apesar de gostar muito de Elena, Caroline sente ciúmes de sua relação com Stefan. Quando Caroline dá em cima do vampiro em uma festa, ele a humilha e a rejeita.
Matt Donovan: Tem 17 anos, é muito bonito e é irmão de Vicki. Ele conhece Elena desde pequeno e era seu namorado. Entretanto, ele fica preocupado quando o garoto novo, Stefan, começa a dar em cima de sua garota.Ele queria que eles voltassem, mas sabe que ela precisa de um tempo após a morte de seus pais e ele está dando um espaço e tempo.
Jenna Sommers: Tem 29 anos, é a tia de Elena e Jeremy que toma conta dos dois após a morte de seus pais, ela é uma sexy e inteligente universitária que se esforça muito. Ela costuma ser engraçada e fazer o tipo de “boa praça”.
Tyler Lockwood: Tem 18 anos, é atlético e atraente, além de ser um idiota. Um típico macho alfa que gosta de marcar seu território, com Vicki, por exemplo. Tyler não deixar de pertubar seu amigo Matt devido a sua garota estar dando em cima do novo garoto na cidade.
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
Frases de Bob Marley
"As Vezes construímos sonhos em cima de grandes pessoas... O tempo passa... e descobrimos que grandes mesmo eram os sonhos e as pessoas pequenas demais para torná-los reais!"
"Não cruze os braços diante de uma dificuldade, pois o maior homem do mundo morreu de braços abertos!"
"Saudade é um sentimento que quando não cabe no coração, escorre pelos olhos."
"Seja humilde, pois, até o sol com toda sua grandeza se põe e deixa a lua brilhar."
"Eu so do tamanho daquilo que SINTO,que VEJO e que FAÇO,não do tamanho que os outros me enxergam."
"Eles dizem que o sol brilha para todos, mas para algumas pessoas no mundo ele nunca brilha."
"Há pessoas que amam o poder, e outras que tem o poder de amar."
"Dificil não é lutar por aquilo que se quer, e sim desistir daquilo que se mais ama.
Eu desisti. Mas não pense que foi por não ter coragem de lutar, e sim por não ter mais condições de sofrer."
Eu desisti. Mas não pense que foi por não ter coragem de lutar, e sim por não ter mais condições de sofrer."
"Não ligo que me olhem da cabeça aos pés..porque nunca farão minha cabeça e nunca chegarão aos meus pés"
Frases de Amor
"Todo mundo é capaz de dominar uma dor, exceto quem a sente."-
William Shakespeare.
William Shakespeare.
DICA DE VIAGEM
Trancoso-BA:é uma vila tranqüila, charmosa, preservada, de freqüência jovem e globalizada.
Todo o charme desse vilarejo é cercado por praias belíssimas e uma natureza exuberante com um clima ameno o ano inteiro.
As festas de São Sebastião e São Brás, são parte da tradição de Trancoso! Um espetáculo cultural que resgata as raízes de Trancoso e reúne turistas e nativos!!

Todo o charme desse vilarejo é cercado por praias belíssimas e uma natureza exuberante com um clima ameno o ano inteiro.
As festas de São Sebastião e São Brás, são parte da tradição de Trancoso! Um espetáculo cultural que resgata as raízes de Trancoso e reúne turistas e nativos!!

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
Bem vindos!:)
oi pessoal eu sou a Kristen, e esse é o meu blog onde irei falar sobre tudo que a de bom!
Bom quem seguir sempre vou seguir de volta!Vou postar dias de quinta,sexta sabado e domingo!
Agora como primeira postagem vou postar sobre alguns fakes,se pegarem esses fazes dão credito ao blog!




Bom quem seguir sempre vou seguir de volta!Vou postar dias de quinta,sexta sabado e domingo!
Agora como primeira postagem vou postar sobre alguns fakes,se pegarem esses fazes dão credito ao blog!
Gostaram? vejam mais nas proximas postagens!
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